Empreendedor “Nosso Cliente/Parceiro tem sites rapidos e retorno garantido...”

Empresas “Está é a hora de esta em evidencia e temos a solução para isso.”

Buscar resultado aqui vai a dica para um site funcional em sua empresa.

Enviado por Webmaster on set 24th, 2009 e arquivado em Diario. Voce pode acompanhar quaisquer respostas a esta mensagem atravs do RSS 2.0. Voce pode deixar uma resposta, ou trackback a esta entrada

internet

Antes de fazer um site tenha em mente algumas coisas:
1ºVocê não é obrigado a conhecer plenamente a internet e ou computadores mas é desejável um mínimo de familiarização com os equipamentos e recursos pois sites para empresas se começar errado só DEUS sabe onde vai parar.

2º Só existem duas taxas básicas e padrão que você tem que pagar: A taxa anual de 30 reais paga o governo através do órgão registro.br e a taxa do servidor de hospedagem que, dependendo do servidor pode variar entre 20 a 30 reais por mês. Fuja, repito FUJA de servidores xinfrim que cobram 5,90 / 6,90/ 7,9o por mês e ainda dizem que vão ter todos os recursos disponiveis para você como num passe de mágica. Você espera qual tipo de recheio em um pastel de graça?Ainda a respeito das taxas, existem empresas inescrupulosas que enviam boletos cobrando algum tipo de imposto variando entre 60 a 230 reais… não pague!! É roubo!

3º Escolha a melhor opção para fazer seu site. diferencie VALOR de QUALIDADE. Se for pra pagar um curso  de webmaster e webdesign para um funcionário seu, que pague. Mas não pegue qualquer coisa. logo abaixo você vai entender porque. E sempre, mas SEMPRE peça para ver trabalhos anteriores de quem você escolher para fazer seu site.

4º Peça todas as senhas tanto do site registro.br quanto do servidor de hospedagem. Empresas marrons costumam registrar a sua empresa junto ao governo no nome delas e não no da sua empresa. Conclusão: Quando você for  querer trocar de desenvolvedor vai ter uma grande dor de cabeça e o que é pior: Se o seu site fizer sucesso essa empresa vai querer vender a sua marca para VOCÊ! Legal né?

Abaixo segue um artigo retirado do site www.nei.com.br  que me motivou a completar o que está escrito lá. O artigo é grande mas quer saber? Leia agora pra não ter dor de cabeça depois!

Objetivos

Entre os erros mais comuns está a visão de que um website não passa de um folheto impresso transportado pela e para a Internet. A Internet tem sua própria linguagem e, principalmente, sua própria dinâmica. A linguagem de um folheto e a forma como ele é diagramado não poderiam estar mais distantes de um site.

Ao pensar em um site, é preciso ter bem claro:
  • o público ao qual ele se destina;
  • o que esse público deseja/precisa saber;
  • os objetivos da empresa (gerar contatos, vender on-line);
  • a estrutura da informação que permita a navegação fácil e intuitiva.

Este último item está associado diretamente à qualidade do site. E os demais ao seu marketing. Ao falar com determinado mercado, é fundamental saber como ele funciona. Como procura a informação, que tipo de resposta está esperando para suas perguntas, o que vai motivá-lo a ver em sua empresa um potencial fornecedor.

O nível de informação é muito importante. Esta deve ser suficiente para deixar o visitante tranquilo em contatar sua empresa. Lembre-se sempre de que você não tem a menor idéia de quem está visitando seu site antes que ele decida falar com sua empresa.

Embora seja mais comum vender on-line para consumidores finais, as tendências mostram que o mercado industrial está caminhando nessa direção. O tempo é cada vez mais escasso e comprar on-line é muito, mas muito mais rápido e, com frequência, muitas vezes mais econômico.

Assim, não descarte a venda on-line, mesmo que limitada a determinados itens de sua linha de produtos.

Organizar a informação é a parte mais crítica do projeto. Como o visitante vai encontrar o que ele necessita? É o erro mais comum na Internet. Se o visitante inicia a navegação e não consegue achar facilmente o produto ou serviço desejado, não há segunda chance. Se seu site possui um sistema de monitoração, verifique o índice de acessos de página única – são aqueles acessos em que o visitante entra e sai do site pela mesma página, sem ir a qualquer outra.

Uma boa organização facilita a vida do visitante e, ao fazer isso, você amplia muito as chances de ele entrar em contato. Além disso, essa boa organização permite que você atualize seu site sem muito retrabalho – produtos podem ser incluídos, modificados ou excluídos sem alterar o site.

Desenvolvimento

Quem você chamaria para desenvolver o website de sua empresa, aquele website que pode ser a diferença entre vender ou não?

A resposta que você der tem importância crítica. Existem, sem exageros, milhares de desenvolvedores de sites no mercado, autônomos e empresas estruturadas e especializadas no assunto. É lógico que o preço cobrado será proporcional à qualidade final do trabalho.

Lembre-se ainda de que existe uma enorme diferença entre “valor” e “preço”. Essa é a relação que sempre deve ser avaliada. Com isso em mente, vamos analisar alguns tipos de desenvolvedores de site:

  • Individuais – são muito jovens em geral e podem entender muito de tecnologia e ferramentas. Estão “antenados” em todas as novidades, e seu preço é inversamente proporcional ao risco que oferecem. Ignoram quase tudo do mercado industrial, seu dinamismo, suas preferências, seus ciclos de compra, etc. São ótimos para “enfeitar” sites e deixá-los morosos e inacessíveis. Além disso, nunca estão onde disseram que estariam quando você precisa deles.
  • Solução caseira – muitas empresas aproveitam alguém da área de tecnologia para desenvolver o site. O risco, neste caso, pode ser a falta de conhecimento das ferramentas e de técnicas de design. Em geral pertencem a outras áreas da empresa e estão mais preocupados com a eficiência dos processos internos. Têm pouco ou mesmo nenhum contato com vendas e marketing. Seu site, provavelmente, estará cheio de “tecnicalidades”, refletindo a formação técnica desses profissionais. A solução caseira também tem o inconveniente de não trazer uma visão independente e externa ao ambiente da empresa.
  • Empresas de comunicação – incluem estúdios de arte, agências de publicidade, e têm as mesmas limitações que você encontra ao buscar soluções de comunicação na área industrial. São muito especializadas em comunicação para o consumidor final e terão grande dificuldade na comunicação empresa a empresa.
  • Empresas especializadas – são as soluções mais adequadas, mas também é preciso tomar cuidado e avaliar sua experiência no mercado B2B. Muitas apenas fazem sites dirigidos para o consumidor final.

Qualquer que seja a escolha, o fundamental é ter consciência de que depende de você a definição clara dos objetivos do site e o fornecimento do conteúdo. É óbvio que o melhor dos mundos é encontrar quem entenda de desenvolvimento de sites e do mercado industrial.

Cuidado com as armadilhas

Alguns cuidados básicos devem ser tomados. Muitas vezes um site tem a função básica de massagear o ego do proprietário da empresa. Nele, tudo começa com a foto aérea da fábrica e a história da empresa.

Claro que a foto e a história podem ser mostrados e ajudarão a compor uma imagem favorável da empresa. Só que não deve ser algo compulsório para o visitante. Ele poderá acessar, caso queira.

Há empresas que tentam fazer um site híbrido, para uso interno e externo. É quando aparecem itens como “Nossa Missão”, “Nossos Valores”, etc. Ou quando até regulamentos para os funcionários são incluídos no site. Rigorosamente falando, isso não interessa aos visitantes, potenciais compradores.

Outra armadilha muito comum é a “pirotecnia”, animações que demoram uma eternidade para aparecer. E quando aparecem, não significam nada e atrapalham demais. Tenha em mente que o visitante de seu site está precisando resolver um problema. E não tem tempo nem interesse em animações. Ele quer chegar rapidamente à informação que vai determinar se ele fala com você ou não. Evite levantar obstáculos nesse caminho.

A linguagem a ser utilizada deve ser objetiva. O site não é lugar para discursos ou autoelogios. Lembre-se de que o visitante tem especificado o que necessita e seu site deve dar a informação para que ele possa saber se seu problema será resolvido.

A organização da informação é fundamental. Há sites que disponibilizam a informação em arquivos .pdf e obrigam o visitante a folhear 30, 40 ou mais páginas para tentar encontrar a informação. Quem tem paciência para isso?

Tabelas são úteis, mas a maioria delas em sites é difícil de ler. Coisas simples, como “zebrar” a tabela (alternar linhas com fundo cinza e sem fundo, como os antigos formulários contínuos), ajudam muito a leitura.

Outra coisa a evitar é a rolagem muito longa da tela. Rolar não é problema, desde que o visitante perceba que a informação continua após o pé da tela. Mas uma página muito comprida pode ser um problema desencorajador.

Conteúdo

O conteúdo é crítico. Ele deve refletir sua linha de produtos e ser absolutamente atualizado. Se o visitante encontrar a informação desatualizada, tanto pode ir embora, por perceber a desatualização, como entrar em contato com sua empresa e frustrar-se com o erro.internet-junho-2009

Esse ponto é fundamental e exige que alguém assuma o controle do conteúdo. Qualquer modificação nos produtos deve ser imediatamente incorporada ao site. Essa pessoa deve interagir com o desenvolvedor do site para que ambos façam sua manutenção.

E este é o ponto crítico: o desenvolvedor precisa ser parceiro, para que as atualizações aconteçam de imediato. Já encontrei inúmeros casos de sites desatualizados porque a empresa não tem a menor idéia de onde encontrar quem desenvolveu o site.

Isso se aplica especialmente aos casos em que uma empresa “ganha” um site como parte de um contrato de publicidade ou hospedagem. Caso o contrato não seja renovado, adeus atualização do site.

Mas, afinal, o que o especificador ou comprador da indústria procura em um site de fornecedor?

Uma pesquisa feita pela Thomas Publishing, em conjunto com a Google, junto a usuários dos EUA, mostra o que os visitantes procuram nos sites e o que é oferecido.

O quadro ao lado ilustra o quanto de informação falta aos visitantes, o que, seguramente, vai dificultar a conversão. Nunca é demais lembrar: quem define o conteúdo de seu site é, principalmente, o público ao qual ele se destina.

Sites de buscas

É inegável a importância dos sites de buscas na geração de tráfego. Assim, seu site precisa ser construído “olhando” para os sites de buscas.

Um site de buscas não passa de um indexador, que organiza os sites disponíveis na Internet de acordo com palavras ou cadeias de palavras. Cada vez que alguém digita uma palavra em um site de buscas, ele verifica o banco de dados indexado e traz os resultados. É claro que isso é feito em enorme velocidade e o usuário nem percebe o tamanho da pesquisa.

O grande “pulo do gato” é ter relevância suficiente para estar nas primeiras páginas desse resultado. E para isso, o site precisa levar em conta uma série de aspectos técnicos em seu desenvolvimento.

O que os sites de buscas indexam? Principalmente texto. Quanto mais texto relevante seu site tiver, mais chances de ter maior visibilidade nos sites de buscas. Porém não existe solução mágica. Ter relevância é trabalho de longo prazo, sendo a orientação do desenvolvedor fundamental.

Comprar palavras é a panaceia do momento. Todos acreditam que gastar pouco e ter bons resultados é o normal. Muitas pessoas falam em gastar R$ 200,00 por mês e conseguir retorno. Com esse valor, provavelmente seu site estará em destaque apenas por algumas horas no mês.

De qualquer modo, os sites de buscas, seja por relevância, seja pela compra de palavras, geram tráfego anônimo. Seu site precisa ser bom o suficiente para transformar esse tráfego anônimo em oportunidades identificadas. De novo, a palavra mágica: conversão.

Falando com sua empresa

Pode parecer infantil, mas o site de muitas empresas dificulta o contato, desperdiçando todo o investimento feito no seu desenvolvimento. Acontece com maior frequência do que se poderia esperar.

O formulário de contato para ser enviado por e-mail deve ser claro e conter as informações básicas para que você o receba e tome ação imediata. Quem recebe esse contato deve ter autoridade para tomar essa ação.

O mesmo se aplica ao telefone. Lembre-se de que o site funciona 24 horas por dia, 7 dias por semana.

Talvez você já tenha visto sites que trazem uma lista de e-mails ou de telefones, associando o que o visitante quer a uma pessoa específica. Cuidado, esse costuma ser um erro. Em primeiro lugar, ter diversos e-mails ou telefones dificulta o controle adequado; é preferível centralizar em uma pessoa que tenha autoridade para distribuir as mensagens e cobrar seu follow-up.

Responder rapidamente aos chamados é absolutamente importante. Ninguém vai ficar esperando a sua conveniência para decidir de quem vai comprar. Se essa regra se aplica a qualquer esforço de comunicação que você faça, imagine quando se trata do meio que, por excelência, é “impaciente” – quem usa a Internet tem uma noção de tempo muito particular. Você já reclamou de uma página que demora a carregar? Essa demora geralmente é medida em segundos, mas tudo parece lento.

Conclusão

Sua empresa precisa de um site profissional, que atenda a necessidade de informação de seu mercado e que convença os visitantes a falar com você.

Precisa de um site atualizado, disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana. Um site que incorpore rapidamente as alterações em sua linha de produtos.

Um site que seja monitorado para avaliar seu funcionamento.

Um site que contenha pontos de “sedução”, em que o visitante possa identificar material técnico interessante. Deixe o visitante fazer o download, cobrando um “pedágio”: nome, empresa e endereço de e-mail.

Sua empresa precisa de um desenvolvedor que alie o conhecimento técnico de Internet com experiência no mercado em que você atua. E que seja um parceiro por muito tempo.

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